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Você me ama pelo que sou ou pelo que faço?

Kazu | Notícias | Monday May 23 2011

Infelizmente, eu, você, todos nós somos limitados. O verbo “amar” na maioria das vezes, pra não dizer todas, é completamente distorcido por causa da nossa incapacidade de amar da maneira correta.

Quantos e quantos “filmes de amor” estão todos os anos sendo lançados e porque a grande maioria idealiza um amor que não existe?

Amar alguém é muito mais do que paixão, é muito mais do que sexo, é muito mais do que querer ser correspondido.

Não sei se você já assistiu ao filme “O Solista”, mas se não assistiu, a história é o seguinte:

O filme é baseado na história real do prodígio musical Nathaniel Ayers (Jamie Foxx), que desenvolveu esquizofrenia no seu segundo ano na famosa escola de artes performáticas Juilliard, de Nova York. Ayers acabou como mendigo nas ruas do centro de Los Angeles, onde tocava violino e foi descoberto pelo jornalista Steve Lopez (Robert Downey Jr.).

Pra mim esse é um dos filmes que melhor representa o verdadeiro amor: O amor incondicional, aquele que não impõe condições.

Muito diferente do que nós fazemos né? Amar quem está sempre fazendo nossa vontade é fácil. Amar quem sempre nos ouve é fácil. Amar alguém que nunca te decepcionou, é fácil.

Amar os oprimidos é fácil, se confunde com pena. Difícil mesmo é amar os opressores.

O que quero dizer é: não ame alguém pelo que ela é. Não ame alguém nem pelo que ela faz.

Só ame.

Faça o bem! Mesmo que você saiba que essa pessoa nunca irá retribuir. Porque amar é isso. É dar sem esperar nada em troca. É ajudar sem ter segundas intenções. É caminhar lado a lado sem esperar recompensas.

Não quero estragar com o filme contando os detalhes. Vou me limitar a colocar o trailer aqui embaixo. Então, se você puder, assista e tente perceber a grande mensagem que ele passa.

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